Arquivo | Medo RSS feed for this section

Aprendendo a aceitar a morte…

13 ago
Passamos nossa vida toda com medo da morte…
A única certeza que temos da vida é a nossa morte!
Então acho não devíamos teme-la tanto…
Devemos aceitá-la com mais tranquilidade…
Viver mais…
Amar muito…
Sem esperar por ela!
Anúncios

O Amor acontece nas horas mais difíceis…

18 jun

– Os Visitantes – Aquela garota sempre utilizava o mesmo caminho quando ia para a escola.

Andava os seus 10 km diários. Só que dessa vez era quatro da manhã e ela andou de madrugada aquele dia porque estava sem sono.

Um homem apareceu em uma esquina correndo ao seu encontro!

Ela parou de andar e ficou paralizada vendo o homem chegar perto dela.

– Corra …. Ele dizia – Eles estão vindo!

Duna não pensou duas vezes, mas antes de correr notou que o homem estava ferido.

– Você precisa de um médico!

– Eu estou bem! Me recupero rápido, vou segurá-los para que não alcancem você. Agora vá!

– Foi quando ela ouviu um ruído que nunca tinha ouvido antes, sombras voando saem daquela esquina e o barulho era assustador! – Morcegos gigantes!!! Ela disse se protegendo atrás daquele homem.

– Não consegue acabar com apenas um de nós, imagine os três he he he!!!

O homem protegia a garota com uma cruz!

– Deixe a garota ir embora!

– há há ha Nunca! Ela será nossa sobremesa há há ha!

Um dos vampiros bate no rosto daquele homem jogando ele para uns cinco metros de distância, deixando a pobre garota sozinha e indefesa!

– Qual o seu nome garota? Gostamos de saber quem devoramos!

Duna vê o homem desmaiado e fica revoltada com aquela cena. Correndo para perto de uma cerca de madeiras, e ficando protegida entre as madeiras, Duna gritava!

– Podem vir seus ratos voadores!

Um dos morcegos gargalhava de prazer, mas eles não conheciam a habilidade da Duna, as madeiras que ela arrancara da cerca ajustavam nas mãos como uma espada mortífera.

O vampiro ficava olhando ela fazendo malabarismos com as "armas"! Gritando, o vampiro foi de encontro ao pescoço mas errou longe deixando espaço para ela enfiar a estaca bem no peito dele.. Quando o vampiro estava no chão ele já estava com a madeira enfiada no peito e já não estava mais acordado.

Um dos vampiros segura seus cabelos mas ela segura um dos seus braços e os quebra no joelho!

Agora eram apenas dois. Um deles já estava com o braço quebrado. O outro, na forma de lobo pronto para atacar. – Acabe logo com isso! É só uma garotinha!

Duna dançava no ar como em um balé e flutuava na luta que parecia ser interminável! O lobo não conseguia morde-la e era atacado por todos os lados pelos braços e pernas.

O vampiro que estava com o braço quebrado correu ao encontro do caçador para mordê-lo mas o caçador já estava esperando com uma arma! E explode a cabeça do sanguessuga!

O caçador olha para aquela garota que ora era meiga e ora era valente e corajosa, o lobo estava no chão com três madeiras enfiadas nele!

-Ela corre para o caçador e ficam lá abraçados!

 

 

  Adriano Siqueira

Mais uma de Vampiros…

16 jun
– Os Visitantes – Aquela garota sempre utilizava o mesmo caminho quando ia para a escola.

Andava os seus 10 km diários. Só que dessa vez era quatro da manhã e ela andou de madrugada aquele dia porque estava sem sono.

Um homem apareceu em uma esquina correndo ao seu encontro!

Ela parou de andar e ficou paralizada vendo o homem chegar perto dela.

– Corra …. Ele dizia – Eles estão vindo!

Duna não pensou duas vezes, mas antes de correr notou que o homem estava ferido.

– Você precisa de um médico!

– Eu estou bem! Me recupero rápido, vou segurá-los para que não alcancem você. Agora vá!

– Foi quando ela ouviu um ruído que nunca tinha ouvido antes, sombras voando saem daquela esquina e o barulho era assustador! – Morcegos gigantes!!! Ela disse se protegendo atrás daquele homem.

– Não consegue acabar com apenas um de nós, imagine os três he he he!!!

O homem protegia a garota com uma cruz!

– Deixe a garota ir embora!

– há há ha Nunca! Ela será nossa sobremesa há há ha!

Um dos vampiros bate no rosto daquele homem jogando ele para uns cinco metros de distância, deixando a pobre garota sozinha e indefesa!

– Qual o seu nome garota? Gostamos de saber quem devoramos!

Duna vê o homem desmaiado e fica revoltada com aquela cena. Correndo para perto de uma cerca de madeiras, e ficando protegida entre as madeiras, Duna gritava!

– Podem vir seus ratos voadores!

Um dos morcegos gargalhava de prazer, mas eles não conheciam a habilidade da Duna, as madeiras que ela arrancara da cerca ajustavam nas mãos como uma espada mortífera.

O vampiro ficava olhando ela fazendo malabarismos com as "armas"! Gritando, o vampiro foi de encontro ao pescoço mas errou longe deixando espaço para ela enfiar a estaca bem no peito dele.. Quando o vampiro estava no chão ele já estava com a madeira enfiada no peito e já não estava mais acordado.

Um dos vampiros segura seus cabelos mas ela segura um dos seus braços e os quebra no joelho!

Agora eram apenas dois. Um deles já estava com o braço quebrado. O outro, na forma de lobo pronto para atacar. – Acabe logo com isso! É só uma garotinha!

Duna dançava no ar como em um balé e flutuava na luta que parecia ser interminável! O lobo não conseguia morde-la e era atacado por todos os lados pelos braços e pernas.

O vampiro que estava com o braço quebrado correu ao encontro do caçador para mordê-lo mas o caçador já estava esperando com uma arma! E explode a cabeça do sanguessuga!

O caçador olha para aquela garota que ora era meiga e ora era valente e corajosa, o lobo estava no chão com três madeiras enfiadas nele!

-Ela corre para o caçador e ficam lá abraçados!
 
Adriano Siqueira

Medo de amar…

11 jun

A Carta

 

Secmet não gosta de viajar! Mas Transilvânia é um convite que ninguém recusaria!

Normalmente ela recebe convites para decoração através dos seus e-mails, não era esse o caso. A carta escrita a mão! Coisa muito rara hoje em dia ainda mais quando as passagens estão no envelope. Seu trabalho era mesmo reconhecido no Brasil mas, exterior? Pensando na riquesa que teria em seu curriculum por decorar uma casa na propria Transilvânia deixava ela muito eufórica e não importava que a carta solicitasse que só poderiam atender à noite! Quem se importa?

Depois de mais de 6 horas de vôo um carro já esperava! O motorista não falava muito bem portugues e arrastava muito para espanhol ! Dizendo algo sobre o dono da casa já esperava a presença de Secmet…

O Motorista para perto de uma colina e aponta para uma casinha logo no final da cidade.

– É la senhorita! devemos continuar lo percurso a cavalo! – A charrete estava aguardando os dois!

No caminho o homem olhava para Secmet… como se procurasse algo… e encontrou! As Mãos do então motorista que mais parecia guarda-costas pegou em meu pescoço e abriu os dentes caninos para morder… Secmet pula da chaterre e cai ribanceira abaixo! Correndo desesperada para o aeroporto de onde saiu!

Um homem aparece na estrada!

– Esse lugar é perigoso para uma mulher andar sozinha!

– Quem é você e como fala a minha lingua?

– Seus trajes a denunciaram… Meu nome é Thomas! Você está pálida!

– É meu charme! Acho que um vampiro queria me morder!

– Não precisa ser um vampiro para querer te morder! – Dizia Thomas chamando seu cavalo!

– Venha comigo! Eles atacam a noite… venha para minha morada! – Thomas deu as mãos para ela subir – Uma armadilha sem duvidas mas até então era isso ou ficar lá só esperando ser almoço de algum vampiro.

– Tudo bem! Espero que tenha um chá bem quente!

– Aqui a bebida mais conhecida é o rum! As pessoas adoram alcool. Aqui é muito frio!

Secmet coloca os braços em volta do estranho e ele galopa velozmente para o castelo que estava perto.

– Você mora aqui?

– Sim.. é a unica moradia por perto! Venha … vou mostrar seu quarto! Não se preocupe .. é natural que tenha medo! Afinal aqui é o lar dos vampiros não é? Secmet sorri .. – Sim é verdade! As lendas aqui são terriveis!

– Acredite em todas! – A propósito fui eu quem chamou você pra cá! Mas nao enviei ninguem para apanha-lá pois não sabia que horas chegaria!

– Entendo perfeitamente! – Olhando com desaprovação da, tão clara mentira que Thomas disse, pois ela havia comprado as passagens, lógico que ele saberia que horas Secmet chegaria.

– Veja ao seu redor Secmet… veja quanto trabalho terá!

– A começar pelas suas roupas de séculos passados! -Ela fecha a porta na cara de Thomas e ele sorri…e grita .. o jantar é as nove …

– Jantar as nove? – Secmet vai até o guarda-roupa e olha com desaprovação embora as roupas sejam as coisas mais novas que ela encontra lá. Parece que seu anfitrião sabia exatamente do que Secmet gostava.

Ela veste um vestido preto com alguns desenhos dourados envolvendo todo o vestido, colocando um pequeno lenço vermelho envolta do seu pescoço, solta os cabelos e coloca uma sombra não muito visível mas o suficiente para chamar a atenção. Embora estivesse frio o castelo não tinha muitas correntes de ar.. mas os barulhos de ratos e gotas pingando deixavam o ambiente inquieto e inseguro.

Secmet sai do quarto e vai andando pelos corredores do castelo até chegar na escada que dá para a sala de jantar. Uma mesa enorme servida apenas por dois garçons. Com variações de comida local e algumas coisas bem tipicas brasileiras como frutas etc.

– Demorei muito para encontrar as coisas da sua terra mas quero que se sinta em casa!

– Nunca vou me sentir em casa com seus ratos fazendo festa pelo castelo…

– Pois saiba que esses "ratos" comem baratas e aranhas e tenho certeza não encontrou nenhum na sua cama!

– Não sei! Nada ainda me fez ter vontade de ir pra cama! – Secmet estava atacando a jovialidade de Thomas. Mas ele também sabia jogar!

– Acredito que os camponeses daqui tenham te chamado mais a atenção!

– Talvez Thomas! Gosto de gente que trabalha e batalha pelas suas coisas!

– É Claro.. andar pela floresta sozinha a deixou humilde! Pois vou dizer uma coisa que não sabe! Se você for agora para lá, para a Vila todos vão querer pindurar você em uma árvore! Sabe Secmet as pessoas acham que este lugar é amaldiçoado!

As luzes das velas estavam ficando mais fracas até que um relampago ilumina por completo Thomas.. com os dentes salientes e rindo… Secmet leva um susto e fica bem grudada a cadeira. Mas as luzes voltam e ele estava absolutamente normal!

– O que foi querida Secmet? Viu um fantasma?

– Completamente pálida e suando Secmet balança a cabeça negando ter visto algo. Ela tinha que sair de lá. E rápido!

– Eu preciso ir para o quarto Thomas não estou me sentindo bem…

– Mas é claro minha querida a viagem era mesmo cansativa.. merece um descanço! Despois irei visitá-la em seus aposentos!

– Tudo bem Thomas!

Ela ficou na cama! Pensando em uma maneira de escapar dali! Mas nada nada tinha em mente!

Secmet por mais que lutasse estava cansada e adormeceu!

Uma névoa entra vagarozamente pela porta e aos poucos ela vai se formando nun corpo de homem. Era Thomas!Sentado na cama ele passa as mãos no rosto de Secmet! E sente o calor de sua pele…

– Não Posso… maldita é a fome e o desejo de amar…

Secmet acorda e olha para Thomas. Levando as mãos dele para o rosto dela! Ele a beija e seu beijo fica cada vez mais ardente… mais desejos invadem aquele quarto! As mãos de Secmet tentam encontrar a estaca enbaixo da cama, mas para sua surpresa não encontra… havia um rato brincando com ela e levava para mais longe de Secmet!

– Eu quero você Secmet!

– Oh eu tambem te quero Thomas! Ela pulava para o outro lado da cama para encontrar a estaca mas era em vão o rato estava brincando com ela … até que a estaca róla para a o lado esquerdo da cama.Quase deixando Thomas ver. Ela troca de posição com o homem para deixar só ela vendo!

– Preciso do seu pescoço Secmet!

– Claro Thomas! – Ela salta para fora da cama e senta perto da estaca…

– Porque saiu da cama? – Dizia Thomas atônito!

– É para não sujar a cama afinal se me morder vou ter que cuidar do castelo!

Thomas ria insanamente! – É verdade !!! Agora venha!

Secmet com a estaca na mão escondida por tras de seu corpo chega perto de Thomas!

– Feche os olhos Thomas! As nossas vidas jamais serão as mesmas!

– Ele fecha os olhos e ela enfia com força a estaca no seu peito, fazendo instintivamente Thomar agarrar Segmet e morde-la com a estaca enfiada!

Depois de horas ela acordou e partiu…

– No avião .. lendo o jornal, um passageiro, sentado ao lado dela pergunta:

– Você acredita em vampiros?

Secmet não responde .. ela apenas abraça o passageiro e fecha a sua boca para ele não gritar…  

 

 

Adriano Siqueira

Acima do Sol

20 maio

Assim ela já vai

Achar o cara que lhe queira

Como você não quis fazer

Sim eu sei que ela só vai

Achar alguem pra vida inteira

Como voce não quis

Tão fácil perceber

Que a sorte escolheu voce

E voce cego nem nota

Quando tudo ainda é nada

Quando o dia é madrugada

Voce gastou sua cota

Eu não posso te ajudar

Esse caminho não há outro

Que faça por você

Eu queria insistir

Mas o caminho só existe

Quando você passa

Quando muito ainda é pouco

Você quer infantil e louco

Um sol acima do sol

Mas quando sempre é sempre nunca

Quando ao lado ainda

É muito mais longe

Que qualquer lugar

Oh um dia ela já vai

Achar o cara que lhe queira

Como você não quis fazer

Sim, eu sei que ela só vai

Achar alguem pra vida inteira

Como você não quis

Se a sorte lhe sorriu

Por que não sorrir de volta

Você nunca olha a sua volta

Não quero estar sendo mal

Moralista ou banal

Aqui está o que me aflingia

Oh um dia ela já vai

Achar o cara que lhe queira

Como você não quis fazer

Sim, eu sei que ela só vai

Achar alguem pra vida inteira

Como você não quis

Skank

Malandragem

18 maio

Quem sabe ainda sou uma garotinha

Esperando o ônibus da escola sozinha

Cansada com minhas meias tres quartos

Rezando baixo pelos cantos

Por ser uma menina má

Quem sabe o príncipe virou um chato

Que vive dando no meu saco

Quem sabe a vida é não sonhar

Eu só peço a Deus

Um pouco de malandragem

Pois sou criança e não conheço a verdade

Eu sou poeta e não aprendi a amar

Eu sou poeta e não aprendi a amar

Bobeira é não viver a realidade

E eu ainda tenho uma tarde inteira

Eu ando nas ruas

Eu troco um cheque

Mudo uma planta de lugar

Dirijo o meu carro

Tomo o meu pileque

E ainda tenho tempo pra cantar

Eu só peço a Deus

Um pouco de malandragem

Pois sou criança e não conheço a verdade

Eu sou poeta e não aprendi a amar

Cassia Eller

Só hoje…

11 maio

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito

Nem que seja só pra ti levar pra casa

Depois de um dia normal

Olhar teus olhos de promessas fáceis

Te beijar a boca de um jeito que te faça rir

Hoje eu preciso te abraçar

Sentir teu cheiro de roupa limpa

Pra esquecer dos meus anseios

E dormir em paz

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua

Qualquer frase exagerada

Que me faça sentir alegria em estar vivo

Hoje eu preciso tomar um café

Ouvindo voce suspirar e dizendo

Que eu sou o causador da sua insônia

Que eu faço tudo errado sempre

Hoje eu preciso de voce

Com qualquer humor

Com qualquer sorriso

Hoje só tua presença

Vai me deixar feliz

Só hoje

Jota Quest